Sobre o Prêmio

Desde 2019, o Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia reconhece profissionais que, por meio de pesquisas, impactam o Brasil e o mundo. As mentes que criam novos amanhãs.
Consolidando-se como uma das maiores premiações do país, em sua sexta edição, o Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia destaca o papel crucial desses profissionais na produção científica e tecnológica brasileira.

Categorias

Ciência

Para pesquisadores que colocaram o Brasil em destaque no cenário científico mundial.

Tecnologia

Para profissionais que geraram impactos relevantes ao país no desenvolvimento de aplicações práticas.

Prêmio

R$ 500 mil para cada categoria.

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Como participar

As inscrições para a sexta edição do Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia já estão abertas. Até o dia 19 de abril de 2024, os próprios candidatos podem se inscrever voluntariamente ou ser indicados por instituições de pesquisa e ensino da área.

Podem concorrer profissionais que tenham desenvolvido produtos, processos, metodologias ou serviços inovadores nas áreas de ciência da computação, ciências da terra, ciências da vida, engenharias, físicas, matemática e química.

Após a inscrição, os candidatos terão até o dia 19 de maio de 2024 para completar o cadastro na plataforma e incluir currículos, arquivos, cartas de recomendação e textos adicionais.

Avaliação

A apuração do vencedor de cada categoria será realizada por uma comissão julgadora independente, composta por sete membros de notório saber nas áreas do Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia. Serão avaliados dois critérios:

  • Criatividade e originalidade.
  • Contribuição e impacto para ciência ou desenvolvimento e inovação.
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Conheça a comissão julgadora

Cronograma

1

Abertura para inscrições26/2

2

Indicações e inscrições De 26/2 a 19/4

3

Upload dos currículos e textos descritivos De 26/2 a 19/5

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4

Prazo de julgamento De 27/5 a 26/7

5

Comunicação aos vencedores 12/8

6

Pagamento aos vencedores Ate 25/8

7

Cerimônia de premiação A definir

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Vencedores 2023

Conheça os vencedores da 5ª edição do Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia

Categoria Ciência

Wanderley de Souza

Os trabalhos do professor Wanderley de Souza permitiram desvendar detalhes de várias estruturas celulares e contribuir para o estabelecimento de sua composição química e de sua função nos vários protozoários estudados.

No que se refere ao estudo da organização estrutural de protozoários patogênicos, Wanderley de Souza tem dado uma importante contribuição à introdução de modernas técnicas microscópicas no Brasil. Seu trabalho aborda desde a microscopia confocal à microscopia eletrônica de varredura e de transmissão em alta resolução, incluindo técnicas de criomicroscopia.

O interesse central da carreira do Prof. Wanderley de Souza, portanto, é o estudo de doenças parasitárias, sobretudo aquelas causadas por protozoários intracelulares que causam doenças relevantes como a doença de Chagas, as leishmanioses e a toxoplasmose, bem como protozoários extracelulares que causam doenças como a giardíase humana e a tricomoníase humana e animal.

Graduado em Medicina pela Faculdade Nacional de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1974) e obteve o doutorado em Biofísica pela UFRJ em 1978. Também realizou estágios de pós-doutoramento em várias instituições: National Institutes of Health; University of Illinois; University of Glasgow; Instituto Politécnico Nacional do México;

Atualmente, é Professor Titular do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, onde dirige um grupo de pesquisa que conta com cerca de 50 colaboradores.

Categoria Tecnologia

Nivio Ziviani

Um dos pioneiros do ensino de graduação em computação do país, o Professor Nivio Ziviani acumula mais de 51 anos dedicados à ciência, tecnologia e inovação. Engenheiro mecânico e cientista da computação, é Professor Emérito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), membro da Academia Brasileira de Ciências e da Ordem Nacional do Mérito Científico, nas Classes Comendador e Grã-Cruz.

Na UFMG, criou os cursos de graduação e de doutorado em computação, o Laboratório para Tratamento de Informação (LATIN) e o Laboratório de Inteligência Artificial. Foi do LATIN que saíram as cinco empresas de tecnologia cofundadas por Nivio Ziviani e que atraíram investimento, gerando milhares de empregos. Conhecido no setor de tecnologia por ser um dos donos da Akwan Information Technologies, empresa vendida para o Google em 2005, o Professor é uma das figuras mais emblemáticas da inovação no Brasil.

Acadêmico internacionalmente reconhecido e empreendedor de sucesso, investiu a vida na produção e transferência de conhecimento científico e geração de riqueza. Atualmente, se dedica ao uso da Inteligência Artificial na saúde, nas artes e na transformação digital de empresas. Membro do Conselho de Administração das empresas Kunumi Artificial Intelligence, Unidade Embrapii do DCC/UFMG e Falconi Participações e integra os Conselhos Técnico-Científico do Instituto Hercílio Randon e do Laboratório Nacional de Computação Científica.

Também autor da série de livros sobre Projeto de Algoritmos, utilizada por professores e estudantes em praticamente todos os cursos técnicos, de graduação e de pós-graduação em computação no país. Além disso, é coautor de mais de 200 artigos científicos nas áreas de algoritmos, recuperação de informação e inteligência artificial. Foi responsável pela formação de 70 alunos de pós-graduação, sendo 58 mestres e 12 doutores.

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Edições anteriores

Agora em sua 6ª edição, o Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia se consolida como a maior premiação científica e tecnológica do país, com um grande número de inscrições de todo o Brasil. Conheça os vencedores dos anos anteriores:

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Jerson Lima Silva

Com mais de 220 trabalhos publicados, além de patentes e livros, o médico e doutor em Biofísica Jerson Lima Silva trabalha no estudo do papel da estrutura e das mutações de proteínas associadas a enfermidades como Doença de Parkinson, Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis, Câncer e, mais recentemente, coronavírus.

Um dos pioneiros em pesquisas que abrem um novo leque de possibilidades de terapias anticâncer, tendo descoberto formas mutantes da p53 que estão presentes em mais de 50% dos tipos de câncer e que sofrem a chamada agregação amiloide, semelhante àquela que ocorre em doenças neurodegenerativas. O câncer associado às mutações na p53 pode causar a morte de mais de meio bilhão de pessoas nas próximas décadas.

Jerson Lima Silva é também Professor no Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ, Pesquisador do CNPq, membro das Academias Brasileira de Ciências, Mundial de Ciências (TWAS) e Nacional de Medicina. Recebeu prêmios da Fundação John Simon Guggenheim; Ordem Nacional do Mérito Científico; da TWAS; da Fundação Conrado Wessel; Faz Diferença do O Globo; da American Biophysical Society, entre outros. Atua ainda em atividades de gestão, com destaque para a criação do Centro Nacional de Ressonância Magnética Nuclear Jiri Jonas e o INCT de Biologia Estrutural e Bioimagem (UFRJ), e a Presidência da Faperj.

Amante da literatura e poeta. Após a publicação do livro “Quase poesia em 2016, agora prepara uma nova obra do gênero.

Marcelo Knobel

Nascido na Argentina e criado no Brasil, o professor Marcelo Knobel tem sido uma voz de destaque na defesa das universidades públicas e da ciência em diversos posicionamentos públicos e artigos de opinião. Foi Reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) de 2017 a 2021.

Na Unicamp, é Professor Titular de Física onde lidera um grupo que desenvolve e estuda novos materiais magnéticos em escala nanométrica, com potencial de aplicações em diversos campos, de gravação magnética a medicina.

Por sua luta para popularizar e desmistificar a ciência, Marcelo Knobel foi agraciado com o Prêmio José Reis de Divulgação Científica (2019). Na Unicamp, foi um dos responsáveis pela criação do Museu de Exploratório de Ciências e atua como pesquisador no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor). Ele lançou, em 2020, o canal “Espaço Recíproco, disponível no YouTube e em podcasts. Em 2021, lançou os livros “A Ilusão da Lua: ideias para decifrar o mundo por meio da ciência e combater o negacionismo (Editora Contexto) e “Reflexões sobre Educação Superior: a Universidade e seu Compromisso com a Sociedade (Editora Blucher).

Um Eisenhower Fellow (2007), Fellow of the John Simon Guggenheim Memorial Foundation (2009) e Lemann Fellow (2015). Comendador da Ordem do Mérito Científico (2010). Ocupou diversos cargos de liderança e foi membro de diversos Conselhos nacionais e internacionais. Atualmente, é Membro do Conselho de Governança do Observatório da Magna Charta, membro eleito do Conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Presidente do Conselho do Instituto Princípia, Coordenador do Samsung Ocean da Unicamp e editor-chefe do Journal of Magnetism and Magnetic Materials (Elsevier).

Vanderlei Salvador Bagnato

E se um feixe de luz pudesse transformar o futuro da humanidade? Essa pergunta tem movido os trabalhos de Vanderlei Bagnato, que há mais de três décadas realiza pesquisas nas áreas de optica e Fotônica e contribui significativamente para as aplicações da fotodinâmica e da fototerapia nas áreas da Saúde.

A partir de seus estudos, o físico demonstrou a eficácia da ação fotodinâmica para o controle de infecções, descontaminação de órgãos para transplante e tratamento de doenças como pneumonia, Parkinson e vários tipos de câncer. Essas técnicas foram adotadas por importantes associações brasileiras ligadas à saúde e têm se difundido por mais de 9 países da América Latina.

Antes de suas contribuições para a medicina, Bagnato já havia conquistado notoriedade internacional por suas pesquisas em Física Atômica, sendo um dos pioneiros nos estudos dos átomos frios e da turbulência quântica e o criador do primeiro relógio atômico do Brasil.

Vanderlei Salvador Bagnato é doutor em Física pelo MIT, professor titular da USP e diretor do Instituto de Física de São Carlos. O membro da Academia Brasileira de Ciências, The Academy of Sciences for the Developing World, da Academia Pontifícia de Ciências do Vaticano e da National Academy of Sciences dos EUA.

Júlio César Fernandes de Oliveira

Um dos pioneiros nos estudos da convergência entre a fotônica e a microeletrônica no Brasil, o engenheiro elétrico paraibano Júlio César Fernandes de Oliveira produz, há mais de uma década, soluções tecnológicas para o mercado global de telecomunicações.

Depois de anos trabalhando na Fundação CPqD, enquanto cursava a pós-graduação na Unicamp, Júlio César decidiu aliar seu conhecimento científico à vontade de empreender e, com o apoio de investidores nacionais e internacionais, fundou a sua primeira startup.

Hoje, lidera três empresas de tecnologia que são referência no desenvolvimento de lasers, microchips, circuitos fotônicos e outros dispositivos para a cadeia de módulos ópticos. Seu trabalho abre caminhos para formas cada vez mais eficientes de processar e transmitir informações, com maior velocidade e menor consumo energético.

Júlio César Fernandes é doutor em Engenharia Elétrica pela Unicamp e CEO da Idea! Electronic Systems, grupo que incorpora as empresas PITEC e BrPhotonics, reconhecida como uma das startups mais inovadoras do mundo pelo European Photonics Venture Forum. Possui mais de 22 produtos lançados no mercado e depositou 15 patentes ao longo de sua carreira.

Cesar Gomes Victora

Cesar Victora é Professor Emérito de Epidemiologia na Universidade Federal de Pelotas, onde coordena o Centro Internacional de Equidade em Saúde. Ocupa também cargos honorários nas Universidades de Harvard, Oxford e Johns Hopkins. Desde a década de 1970, tem atuado nas áreas de saúde materno-infantil, coortes de nascimento, desigualdades em saúde e avaliação de impacto de programas de larga escala. O Prof. Victora é membro da Academia Brasileira de Ciências (2006) e da The World Academy of Sciences (2018), havendo atuado como Presidente da Associação Epidemiológica Internacional de 2011 a 2014. Possui mais de 750 artigos publicados, com um índice H de 95 (mais de 40.000 citações) conforme o Web of Science, instituição que em 2018 e em 2019 o classificou entre os 1% de cientistas mais citados no mundo. Em 2017, recebeu o Prêmio Gairdner de Saúde Global, no Canadá. Atualmente, atua na coordenação da pesquisa EPICOVID-19, que monitora a progressão da pandemia de coronavírus em 133 cidades brasileiras.

Fernando Galembeck

Fernando Galembeck tem uma extensa carreira de professor universitário, na qual sempre fez questão de aliar a pesquisa científica com a prática de ensino. Sua trajetória inclui passagens por importantes instituições como a Unicamp e a Universidade Federal de Pernambuco.

Em suas pesquisas, que abrangem a interface entre química, física, biologia e engenharia, Galembeck busca desenvolver materiais avançados com aplicações em nanotecnologia, medicina, eletrônica e meio ambiente. Seus estudos sobre a superfície e as propriedades de polímeros são amplamente reconhecidos e já renderam inúmeros artigos em revistas científicas internacionais.

O pesquisador também se destaca por sua atuação na formação de novos cientistas, orientando dezenas de alunos de pós-graduação ao longo de décadas de trabalho acadêmico. Galembeck é membro titular da Academia Brasileira de Ciências desde 1994 e, em 2017, recebeu o Prêmio Almirante Álvaro Alberto, a mais alta honraria concedida pela CNPq.

Marcelo Viana

É pesquisador titular e diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA). Especialista na área de Sistemas Dinâmicos, já orientou 39 doutores e 20 mestres. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Matemática e vice-presidente da União Matemática Internacional. Recebeu diversas distinções, como o Grande Prêmio Científico Louis D., da França, e é membro das Academias de Ciências do Brasil, do Chile, de Portugal e do Mundo em Desenvolvimento (TWAS). Organizou o Congresso Internacional de Matemáticos ICM 2018 e escreve semanalmente na Folha de São Paulo.

João Batista Calixto

Graduado em Ciências Biológicas pela UnB e doutor em Farmacologia pela USP. Professor titular de Farmacologia aposentado da UFSC, pesquisador nível 1A do CNPq, membro da Academia Brasileira de Ciências e diretor do Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos. Possui mais de 400 trabalhos publicados internacionalmente, com mais de 56.000 citações via Web of Science, Scopus e Google Scholar. Foi editor em revistas internacionais, orientou 38 dissertações de mestrado, 37 teses de doutorado e 36 estudantes de pós-doutorado. Proferiu mais de 350 palestras pelo mundo, possui 24 patentes no Brasil e no exterior, participou do desenvolvimento de 3 produtos que estão no mercado e de outros que estão em estudos clínicos.

Perguntas Frequentes

1. O qué é o prêmio?

Promovido pela CBMM, o Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia reconhece o legado de profissionais que se dedicam produção científica e tecnológica brasileira. Poderão concorrer profissionais que tenham desenvolvido produtos, processos, metodologias e/ou serviços inovadores nas áreas de Ciências da Computação, Ciências da Terra, Ciências da Vida, Engenharias, Física, Matemática e Química.

2. Quem pode se inscrever?

O Prêmio é composto por duas categorias:

Prêmio CBMM de Ciência – poderão participar desta categoria os candidatos ou grupos de candidatos que tenham desenvolvido obras científicas nas áreas de conhecimento especificados no item I acima, de reconhecido valor para o desenvolvimento científico e de impacto para a colocação do Brasil em destaque no cenário mundial da ciência.

Prêmio CBMM de Tecnologia – poderão participar desta categoria os candidatos ou grupo de candidatos que tenham contribuído para a pesquisa ou o desenvolvimento de processos, produtos ou metodologias, em áreas aplicadas, e que tenham produzido impacto econômico, ambiental ou social relevante para o desenvolvimento do Brasil.

3. Quem pode indicar?

Qualquer universidade, instituto de pesquisa ou empresa com foco em desenvolvimento tecnológico poderá indicar candidatos, mas as inscrições e a submissão de documentação devem ser realizadas pelos próprios candidatos indicados. Poderão ser indicadas até cinco (5) candidaturas de uma mesma instituição em cada uma das categorias, totalizando dez (10) indicações por instituição.

4. Fui indicado ao Prêmio CBMM. Por que devo me inscrever?

O Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia reconhece os esforços e o comprometimento dos profissionais em prol de uma sociedade mais equilibrada e sustentável. O vencedor de cada categoria será contemplado com um prêmio no valor de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais).

5. Posso me inscrever sem ter sido indicado?

Sim. Você pode fazer sua autoinscrição clicando aqui.

6. Qual o prazo para inscrição?

As indicações e inscrições devem ser feitas de 26 de fevereiro a 19 de Abril. Depois, os candidatos têm até 19 de maio para atualizar os textos e fazer o upload de seus respectivos currículos no site.

7. Qual o valor da inscrição?

A participação é totalmente gratuita e não exige taxa de inscrição ou qualquer outra forma de pagamento.

8. Quando acontecerá a premiação?

A comissão julgadora independente fará a análise das inscrições entre os dias 27 de maio e 26 de julho, e os resultados serão divulgados no dia 12 de agosto. Os ganhadores receberão os prêmios até 30 de agosto.

9. Como é realizada a avaliação?

A gestão do concurso será conduzida por um comitê executivo composto por membros da CBMM, que será responsável por coordenar o processo e submeter as candidaturas a uma comissão julgadora. Previamente apuração dos vencedores, entre 27 de maio de 2024 e 26 de julho de 2024, será realizada a fase de “enquadramento” dos participantes, na qual as candidaturas serão verificadas pelos membros do comitê executivo, que utilizará os critérios adiante definidos para admitir (e manter o participante no concurso) ou rejeitar (e, consequentemente, desclassificar) os candidatos. São os critérios dessa fase: (i) adequação das candidaturas ao regulamento e proposta das categorias; e (ii) autoria (relação de origem entre autores e pesquisas, constatação se o inscrito é realmente autor das contribuições submetidas). Somente as candidaturas enquadradas pelo comitê executivo continuarão participando do concurso.

10. Como são definidos os vencedores?

O concurso contemplará dois (2) vencedores, sendo um (1) em cada categoria. A apuração será realizada por uma comissão julgadora composta por até sete (7) membros de notório saber nas áreas do concurso. Os componentes desse grupo são divulgados no site. A comissão julgadora utilizará os seguintes critérios para a definição dos vencedores: (i) originalidade e criatividade; e (ii) contribuição e impacto para a ciência ou desenvolvimento e inovação. A decisão da comissão julgadora é soberana, inquestionável e irrecorrível.

11. Como será divulgado o resultado?

Os candidatos vencedores serão contatados por meio do e-mail ou telefone informados no momento da inscrição até o dia 12 de agosto de 2024. A divulgação do resultado ao público em geral ocorrerá em até 10 (dez) dias contados do dia da comunicação aos vencedores.

12. Qual o valor do prêmio?

O prêmio constitui-se em R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) para cada vencedor das categorias.

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